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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

BE apresenta diploma para legalizar casamentos homossexuais



O Bloco de Esquerda (BE) apresentou, esta sexta-feira, na Assembleia da República, um projeto de lei que prevê a remoção da expressão «de sexo diferente»no artigo que define o casamento no Código Civil.
A ser aprovada a proposta apresentada pelos bloquistas, a definição de casamento passará a ser a de um «contrato celebrado entre duas pessoas que pretendem constituir uma família em plena comunhão de vida».
O projecto de lei do BE, que marca a abertura da XI legislatura, surge depois de uma campanha eleitoral em que José Sócrates assumiu a promessa de legalizar o casamento homossexual.
«Se outras forças políticas convergem para soluções neste terreno isso significa que fizeram um caminho e que está aberta a possibilidade de pôr termo a situações de discriminação totalmente inaceitáveis», considerou José Manuel Pureza, o novo líder parlamentar do BE, em conferência de imprensa na Assembleia da República.
Mas a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo foi apenas uma das várias propostas que integram o pacote legislativo apresentado esta sexta-feira pelo BE.
A suspensão do modelo de avaliação dos professores, o fim das taxas moderadoras nas cirurgias em ambulatório e internamento ou o aumento do subsídio de desemprego para 70% do salário, foram outras das propostas com que o BE marcou o dia parlamentar.
Agora, os deputados do partido que mais cresceu nas últimas legislativas confessam a «expectativa grande» com que aguardam a reação da maioria socialista.

sábado, 10 de outubro de 2009

Paulo Vilhena fica nu e simula sexo com ator Beto Bellini em nova peça


O ator Paulo Vilhena poderá ser visto nu, dando selinho e ainda simulando sexo com o ator Beto Bellini na peça O Arquiteto e o Imperador da Assíria, que estreou na última quinta, 08 de outubro, no teatro do Leblon, no Rio de Janeiro.

O espetáculo leva para o palco a história de um homem civilizado, o Imperador, cujo avião cai numa ilha. Lá, ele encontra um ser primitivo e animal, o Arquiteto. O Imperador (Bellini) se considera superior por ser alfabetizado e a todo momento, humilha o primitivo (Vilhena).

A estreia do espetáculo contou com a presença de famosos, que comentaram a nudez do ator. "Acho que eu toparia um desafio desse. Se a nudez for encarada como algo necessário, ok. Não gosto de nudez gratuita, o que não foi o caso dele. A nudez é como se fosse o figurino desse personagem, faz parte da criação e serve para justificar os personagens", disse Carolina Dieckmann.

Grávida de sete meses, Fernanda Rodrigues também conferiu o espetáculo e afirmou que Vilhena “merecia esse personagem, já que sempre fez papéis de pouca expressão. O Paulinho é um cara sensível e funcionou muito bem nesse papel. Ainda estou digerindo o que vi", disse.

Já a noamorada do ator Thayla Ayala confessou que sentiu um pouco de ciúmes, mas depois de ver o resultado declarou: "Você arrasou, amor", disse ela.

Pet Shop Boys exige porcelana e toalhas sem felpos para shows no Brasil (rsrsrsrs)



A dupla inglesa Pet Shop Boys chegou ao Brasil nesta semana e já segue a tradição das superestrelas de fazer pedidos extravagantes. Segundo o Jornal da Tarde, os músicos querem que todos os alimentos sejam servidos em baixelas de porcelana e pediram 24 toalhas de mão pretas e sem felpos.

Formado por Neil Tennant e Chris Lowe, o Pet Shop Boys apresenta para o público sua turnê Pandemonium, do último álbum Yes. Além das novas músicas, os fãs da dupla inda poderão ouvir os grandes clássicos, como Go West,You are Always on my Mind, entre outros. O Pet Shop Boys tocou ontem em Belo Horizonte, no Chevrolet Hall; dia 11 em Brasília, no Marina Hall; dia 13 em São Paulo, no Credicard Hall; e 14 no Rio de Janeiro, no Citibank Hall.

Arco Íris



Por um acaso vocês conhecem o significado da nossa bandeira GLBT, o arco íris?

Eu particularmente fico encantada quando vejo um de verdade no céu, acho algo místico, lindo, e me dá uma profunda sensação de paz. Encontrei vários significados, todos igualmente interessantes.

O arco íris aparece depois da chuva, a luz branca do sol reflete em cada gota de água. Essa reflexão divide o espectro de cores e, dependendo da posição que você esteja, pode ver o efeito característico.

O primeiro a tentar explicar teoricamente o que era um Arco Íris foi Descartes em 1637. Ele fez uma experiência jogando uma fonte de luz numa esfera de água e verificou a presença do arco. Ele só não sabia o porquê das cores.

Isaac Newton foi o primeiro a demonstrar que a luz branca na verdade é uma composição de cores e, com um prisma, ele separou o espectro colorido explicando em definitivo o que é o Arco Íris.


Na Bíblia, em Genesis 9:13 diz que o arco íris é um sinal de aliança entre Deus e os homens. Isso foi o resultado de um pacto após o grande dilúvio, e

ntre Deus e Noé (o velhinho da arca) e consequentemente com a humanidade.

“Ponho meu arco nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer as nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens. Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne."

Esta é a versão mulçumano-católico-judaico para o Arco Íris, que na verdade esse nome não é nem católico, a Bíblia só menciona o Arco.

Íris vem da mitologia grega, é filha de Taumante e Electra

Ela é a mensageira entre os deuses (em especial Zeus e Hera) e os homens.

É leve, alada e veloz. O arco representa o caminho percorrido pela mensageira. Sacaram? Arco-Íris!

Os chineses tem sua explicação própria também. Tudo começou com a deusa Nüwa. Ela foi a criadora da humanidade. Após se sentir sozinha no mundo, Nüwa começou a fazer bonequinhos de lama, tanto homens como mulheres, a sua imagem e semelhança. Nessa mitologia também houve um grande dilúvio. Os deuses da água e do fogo começaram a brigar e, como conseqüência, um rasgo apareceu no céu fazendo a água do lago celestial vazar para a terra. Nüwa tratou de fechar esse rasgo e para isso usou pedras coloridas. O Arco Íris seria esse remendo feito por Nüwa.

Os irlandeses também tem sua história com o Arco Íris. Lá existe a lenda dos Leprechauns, uma espécie de duende. São seres esquisitos, com um humor bem instável. Estão felizes e rapidamente ficam tristes. São meio bipolares e por conta disso não conseguem viver em sociedade. Assim os leprechauns são muito solitários. Todos eles possuem um grande pote de ouro. Esse pote costuma ficar escondido no fim do Arco Íris. Para achar esse ouro você precisa capturar um leprechaun. Coisa difícil, pois eles ficam invisíveis rapidamente. Para pegar um você precisa olhá-lo antes que ele te veja. Assim ele fica dócil. Mas é necessário ficar encarando o carinha, pois se você piscar, ele desaparece. Se conseguir a façanha, pode pedir que ele te leve ao pote de ouro.

A cultura nórdica também tem um lugar especial para o Arco Íris. Ele é a ponte que liga o Asgard (terra dos deuses), onde mora Thor, deus do Trovão e a Midgard (terra dos homens). Seu nome é Ponte Bifrost (também conhecida como Asbru). Essa ponte foi construída pelos Aesir e é guardada pelo Heimdal. No Ragnarok essa ponte será destruída. O Ragnarok é algo como o fim dos tempos. A coisa vai ser tão feia que até os deuses vão desaparecer!

Na mitologia hindu o tal arco é chamado de Indradhanush. Indra é o deus da guerra, dos raios e trovões e esse nome esquisito significa “arco de indra”.

No Candomblé o Arco Íris é associado ao Oxumaré. Ele é um dos orixás e tem dualidade quanto ao sexo. As vezes se apresenta como homem, as vezes como mulher. Na verdade ele trabalha metade do ano como homem e metade como mulher. O engraçado é que a porção homem do Oxumaré é representado pelo Arco Íris e a metade mulher por uma serpente. Sacanagem isso...

Deputado do Amazonas propõe criação do disque Homofobia



O Deputado Josué Neto, corregedor e vice-líder do governo do Amazonas, propôs a implantação de um sistema de atendimento telefônico 24 horas, sete dias por semana, para atender as denúncias de preconceito, discriminação e violência sofridas por Homossexuais.

O deputado acredita que o projeto tem grandes chances de ser aprovado pela Assembleia. Se aprovado, o Disque Contra a Homofobia (DCH) deverá ser instalado no Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia "Adamor Guedes", em Manaus, para atendimento de todo o Estado, em sistema de ligação gratuita (0800). O nome do Centro é uma homeagem ao ativista amazonense Adamor Guedes, assassinato em setembro de 2005."

Mesmo estando preparado para dar suporte ao público GLBT, o Centro Adamor Guedes tem funcionamento restrito, o que impede as denúncias dos abusos, agressões físicas e morais, preconceitos e discriminações que acontecem aos finais de semana", afirmou Josué.

"Este projeto de lei, inspira-se na luta cotidiana dos Movimentos Homossexuais e simpatizantes, buscando garantir mais um instrumento para o exercício da cidadania e liberdade de manifestação da orientação sexual".

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Festa Canga-Gay gera polêmica entre moradores de Sertão de Pernambuco


É raro quando programas de TV dão espaço à diversidade sem se agarrar aos estereótipos ou ridicularizar a homossexualidade com piadas homofobicas. No domingo passado, no Fantástico, o quadro "Me Leva Brasil" mostrou que isso é possível.

O repórter Maurício Kubrusly foi até Pernambuco, na Serra Talhada, onde o famoso Lampião - conhecido por ser um cangaceiro "cabra macho"- é o orgulho da cidade, para conhecer o movimento que vem crescendo por lá: o canga-gay.

Canga-gay é a Parada Gay a caráter do sertão. Os participantes trocam a cor do cangaço, marrom, por um rosa bem alegre. Ao som de um trio elétrico, eles tomam conta da Avenida e transformam a terra de Lampião, na terra da diversidade.

Porém, como nem tudo é perfeito, os moradores da região não deixam de expressar o preconceito contra a festa.

"Se isso fosse acontecer em Juazeiro do Norte, ia colocar o Padre Cícero vestido em uma batina cor de rosa, se isso fosse no exu, ia se colocar Luiz Gonzaga também numa roupa cor de rosa com bolinhas azuis? Eu não vou participar da festa de forma alguma, eu sou cabra-macho até a medula", disse um morador.

Durante a matéria, a surpresa de Maurício Kubrusly foi encontrar Elton, que se diz ser um "ex-gay".

"Eu sou contra essa festa, pois a palavra do senhor nos diz que o homossexualismo é pecado. Mas também nos diz que Deus ama o homossexual. Eu fui homossexual assumido, fui o primeiro homossexual em 1999 a manter um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo abertamente, mas hoje estou de posse deste milagre: sou um ex-homossexual".

Como era de se esperar, nas ruas de Serra Talhada, ninguém acredita muito na história de Elton, principalmente os Cangagays, que com sua alegria coloriam a cidade e levaram cerca de 5 mil a primeira Parada Gay do Sertão.

Confira abaixo o vídeo dos Cangagays e de Elton.




terça-feira, 6 de outubro de 2009

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"


Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.

Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".

Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.

Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.

Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".

O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".

Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".

Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.

"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".

O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".

Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.

O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.

Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.

Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.

Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.

É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".

O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".

O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.

Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.

"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.

"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.

Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".

Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".

O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".

A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.

Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".

É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?

Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.

No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...

Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.

"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.


CONFIRAM NO FINAL DA PÁGINA, ALGUNS FLAGRANTES DE PEGAÇÃO EM BANHEIROS PÚBLICOS...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pedro Bial diz que homem que transa com gay e com mulher é gay também



Declaração foi durante o programa ´Amor E Sexo`

A pergunta mexeu com o jornalista Pedro Bial durante a sua participação no programa "Amor e Sexo" da TV Globo. Existem homens que transam ativamente com gays e não se consideram homossexuais. Verdade ou mentira? perguntou a apresentadora Fernanda Lima.

Bial pensou um pouco parecendo buscar cautela e respondeu:

"Existem esses homens é verdade. E eles não são homossexuais é mentira. Porque um ato homossexual precisa de um ativo e outro passivo evice e versa, e tal."

Fernanda insistiu: "Às vezes o cara que transa ativamente com gay, ele diz que não é homossexual por isso. Conheço uma penca deles".

Pedro: "Eu acho que ele está enganado. Seu próprio desejo é um comportamento homossexual."

A apresentadora pediu explicação à psicóloga. Ela disse que esse homem "imagina-se que não é homossexual por não ser passivo nunca. Mas atração sexual pelo sexo que o seu é o que define a homossexualidade e atração pelos dois sexos, bissexualidade."

Cyndi Lauper organiza evento em defesa dos homossexuais



Cyndi Lauper foi a protagonista de um evento que se realizou esta segunda-feira em Nova Iorque, no qual chamou a atenção para a sua luta pelos direitos dos homossexuais. A cantora americana tem uma irmã lésbica e um clube de fãs gay.

Foi desta forma que Cyndi deu início a uma série de eventos mensais para apelar ao reconhecimento legal do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em simultâneo, a cantora continua envolvida na Fundação True Colors, através da qual está a construir um abrigo para homossexuais sem casa.

Luiza Possi soube aos 12 anos que a mãe era bissexual


A cantora Luiza Possi descobriu aos 12 anos que a mãe Zizi Possi era bissexual. A cantora falou pela primeira vez sobre o assunto em entrevista à revista "Playboy".

"Esse assunto é muito tranqüilo, eu soube disso desde que pude saber, desde os 12 anos. As pessoas falavam, eu não entendia muito bem, um dia fui perguntar e, como tudo na minha educação, isso foi falado tranquila e abertamente. Não há nenhum tabu nem para mim nem para ela, só não é para ser tratado em público", falou Luiza à revista.

A cantora também respondeu sobre quando Ângela Rô Rô falou em público sobre o namoro com Zizi Possi, que acabou em briga.

"Como você mesmo disse, minha mãe foi envolvida num escândalo por outra pessoa, ela não se envolveu. Então falar sobre isso seria um desrespeito com ela. (...) Roubaram o direito dela ao silêncio, era outra pessoa falando dela. Se falar alguma coisa sobre isso, vou fazer a mesma coisa, e posso escolher não fazer isso com a minha mãe", respondeu a filha de Zizi.

Em dezembro de 2006, Ângela Rô Rô participou do programa de Marcio Garcia na Record, "O Melhor do Brasil", e falou sobre a relação com Zizi Possi. A cantora recordou a briga entre as duas em 1981, que acabou na delegacia com Zizi acusando-a de agressão.

A adoção de crianças por casais gays no mundo


MONTEVIDÉU, Uruguai — Desde o final da década de 90, mulheres e homens homossexuais na Europa e em alguns estados da América do Norte, Austrália e outras regiões do mundo têm conseguido a autorização legal para adotar crianças.
A legislação aprovada varia substancialmente de país para país, e em alguns casos é permitido que casais gays adotem crianças sem qualquer grau de parentesco.
Datas importantes da adoção por homossexuais:
EUROPA
- 1999: Dinamarca permite a homossexuais ligados por união civil a adotar o filho de seu companheiro ou companheira; o direito de um casal gay adotar em conjunto uma criança é aprovado em março de 2009.
- 2001: Holanda se torna o primeiro país europeu a autorizar a adoção por casais gays de crianças sem relação de parentesco. As regras são idênticas à adoção por casais heterossexuais.
- 2001: Alemanha autoriza um membro do casal homossexual a adotar o filho biológico do outro desde que haja união civil.
- 2002: Suécia legaliza a adoção por casais homossexuais desde que haja união civil.
- 2005: Inglaterra e Gales permitem que casais gays adotem crianças. Medida seguida no mesmo ano pela Espanha.
- 2006: Islândia aprova lei que permite a adoção por casais homossexuais com relação estável de mais de cinco anos. Bélgica adota medida semelhante no mesmo ano.
- 2008: Noruega legaliza tanto a união civil entre homossexuais como a possibilidade de adoção de crianças.
AMERICA DO NORTE
1986: Duas mulheres da Califórnia se tornam o primeiro casal gay a adotar legalmente uma criança. Desde então, o número de estados nos EUA que permitem a adoção por casais do mesmo sexo subiu para 14. A lista inclui Nova York, Connecticut e Nueva Jersey. A situação em alguns estados é ambígua, com a adoção por homossexuais não definida explicitamente.
EM OUTRAS REGIÔES
Na Austrália a adoção por casais homossexuais foi permitida no estado de Western Austrália a partir de 2002. Também no território da capital, Camberra.
A Suprema Corte da África do Sul legalizou a adoção por casais homossexuais em 2002, sendo o único país da África a adotar a medida.
Em 2008, uma decisão do procurador-geral de Israel facilitou a adoção para casais do mesmo sexo.
Em setembro de 2009, o Uruguai se converte no primeiro país latino-americano a legalizar a adoção de crianças por casais homossexuais.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pousada Di Luna em Bonito Mato Grosso do Sul atendimento Gay Friendly

Bonito, eleito pelo 6ª vez consecutiva como "Melhor Destino de Ecoturismo do Brasil" pela Revista Viagem & Turismo, espera você e sua família com seus rios de águas transparentes, cachoeiras, cavernas e muita aventura!

E a Pousada Di Luna está pronta para recebê-los.

A pousada possui uma trilha ecológica situada em um morro de mata nativa com vista panorâmica da cidade, além de que durante a sua estada poderá visualizar e ouvir: tucanos, araras, gralhas, seriemas, conforme as estações do ano e um maravilhoso pomar em desenvolvimento com frutas do serrado e de algumas regiões do Brasil.

Desfrute de piscina infantil e adulto com cascata e hidromassagem, e um bar que servimos bebidas, variadas porções, próximo à mesma, redário, campo de futebol society de grama com iluminação, em breve estará oferecendo um belo salão de Eventos.
Tudo isso para o seu conforto e tranqüilidade. Sinta-se em casa mesmo fora dela.

ACOMODAÇÕES:

A pousada conta com quatorze confortáveis chalés em alvenaria, estrutura de madeira e cobertura de telhas ecológicas, camas de madeira rústicas, colchões Box, ar condicionado frio, ventilador de teto, frigobar, mezanino na maioria das edificações e berços para os pequeninos.


CAFÉ DA MANHÃ

Servimos um excelente café da manhã com frutas

sucos naturais, bolosgeléias, pães, biscoito e pão de queijo, que é servido no restaurante com uma bela vista para área de lazer.


Aqui começa uma bela trajetória de vida; A Pousada Di Luna
DI - Dirceu
LU - Luiz

NA - Nazari

O nome da pousada é uma homenagem a meu pai, homem mais prestativo que já vi.

No ano de 1999, meus pais vieram conhecer Bonito, logo se apaixonaram pelo lugar e por suas belezas. Então decidiram construir uma pousada. Foram muitos anos de esforço do seu trabalho, e construiu este paraíso, para nos filhas, que assim consideramos.

E ninguém menos que minha mãe, que todos os meses estava lá para acompanhar, com ajuda dos meus avós e tios, que fique bem claro que sem ela nada existiria. Eles que com todo companheirismo e paciência do mundo edificaram este sonho. Sonho este que nós como filhas agradecemos muito aos dois, por mais essa conquista.

Esta bela e acolhedora da pousada foi inaugurada no dia 12 Outubro de 2007. E é nesse cenário que você vai encontrar a melhor opção para a sua família, reunir os amigos ou um final de semana a dois. Venha nos visitar neste belo paraíso e que ele lhe proporcione uma energia incomparável, na Pousada Di Luna, será um prazer em recebê-los.

Atendimento ao público GLS

Contatos:

= (67)3255 2719

= www.pousadadiluna.com.br

= pousadadiluna@hotmail.com




Acontece neste domingo a Parada Gay de Curitiba

São esperadas 120 mil pessoas neste final de semana para a Festa da Diversidade

Embora não haja uma pesquisa oficial e atual que aponte para o número de homossexuais presentes na sociedade, estudos dão conta de que perto de 10% da população seria formada por gays, lésbicas ou bissexuais. Curitiba tem aproximadamente 1,8 milhão de habitantes, portanto, se as estimativas forem corretas, seriam algo em torno de 180 mil homossexuais ou bi na Capital. Mas é difícil precisar se tais dados refletem a realidade. Há controvérsias. Neste domingo, Curitiba vai assistir a mais uma edição da Parada da Diversidade.

Para o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, que reside em Curitiba há mais de 25 anos, embora os dados não tenham um parâmetro oficial e não possam ser tomados como verdade absoluta, até confere com o que se conhece.

“Uma pesquisa oficial de 1948 apontava que 10% de uma população qualquer era predominantemente gay. Não temos pesquisas oficiais atuais que comprovem isso. Mas posso dizer que estes 10% que se supõe conferem com a realidade que temos aqui. E este número pode ser muito maior por conta do número de pessoas que não se assumem”, apontou.

Para Reis a questão não deve ser apenas numérica, mas também de não se ignorar a importância de índices como este para que, tanto o poder público quanto a população brasileira, enxergue que homossexuais e bissexuais integram a sociedade. “Para a gente, não é tão importante essa questão de quantos são. Mas, sim que existem e devem ser respeitados”, disse.

Se a Parada da Diversidade em Curitiba for um parâmetro, algo de verdadeiro pode ser desenhado. No ano passado, estimativas apontavam que mais de 100 mil pessoas participaram do evento, que cobriu a Avenida Cândido de Abreu numa extensão desde a Praça 19 de Dezembro até a Nossa Senhora de Salete. Não quer dizer que todas estas 100 mil pessoas eram curitibanas ou homossexuais, mas mesmo assim, foi um número significativo.

Mosaico — No ano passado, o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) iniciou uma pesquisa que promete ser inovadora quanto ao comportamento sexual entre os gêneros. Os primeiros resultados foram apresentados em junho do ano passado, com os resultados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

O projeto Mosaico Brasil é conduzido pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex), do Instituto de Psiquiatria, passaria ainda por outras oito capitais brasileiras, incluindo Curitiba, e esperava ouvir mais de oito mil pessoas nestas dez capitais estudadas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Intolerância sexual volta a ser citada na CMM

fonte: Jornal A Crítica - Manaus/AM


Um dia depois de ser pivô de uma acalorada discussão na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o tema homofobia voltou a ser citado no plenário da Casa legislativa. Desta vez, a citação partiu do vereador Eloi Abreu, líder do PTN, que manifestou apoio à presidente do fórum amazonense de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgeneros (GLBTT), durante a Tribuna Popular. O parlamentar usou a tribuna para comentar as agressões praticadas por um grupo de bêbados ao homossexual Armando Dantas da Silva, em um final de semana, na praia da Ponta Negra.
"Quero registrar minha indignação e apoio a todos aqueles cidadãos, independente de cor, sexo ou credo. Os gays e lésbicas também merecem nosso respeito e nossa solidariedade. A natureza de cada um não pode ser questionada", destacou o parlamentar, que lembrou que após sofrer a agressão, a vítima foi internada com vários hematomas no Pronto Socorro 28 de Agosto.

«Eu não trabalho com homossexuais», diz treinador do Goiás

O ambiente no balneário do Goiás está a ferro e fogo. E a causa não é a habitual, pois os resultados desportivos estão a ser bons. A equipa qualificou-se para os oitavos-de-final da Copa Sul-Americana e ocupa o quinto lugar no Brasileirão.

O que se passa, então, no âmago do Goiás? Pois, existe uma grave crise de ciúmes. Uma crise de ciúmes que não agrada nada ao treinador Hélio dos Anjos. Fernandão, jogador recentemente contratado e da confiança do técnico, é o alvo principal do mal-estar generalizado.

«As pessoas pedem um jogador expoente. Ele veio, é o Fernandão. Agora começaram a criticá-lo. O Fernandão sei lá o quê, sei lá o que mais. Parece que o grupo está com ciúme. Homem com ciúme é veado (n.d.r., calão utilizado pelos brasileiro quando se referem a um homossexual). Eu não trabalho com homossexuais, trabalho com homens», afirmou Hélio dos Anjos, descontrolado.

Cauã Reymond vai ser um homossexual no cinema

O próximo trabalho de Cauã Reymond no cinema será num filme dirigido por Toni Ventura. Durante a entrega do prêmio de um concurso realizado pela Bombril, em São Paulo, o ator disse à imprensa que está se preparando para viver um homossexual na telona.
Cauã encara este novo trabalho como um desafio para sua carreira artística. As filmagens do longa, ainda sem nome definido, começam em outubro próximo.

O ator Cauã Reymond está cotado para participar da nova novela de Sílvio de Abreu, chamada provisoriamente de “Passione”. O último papel de Cauã na televisão foi em “A Favorita” de João Emmanuel Carneiro no ano passado. Como em “A Favorita”, Cauã poderá contracenar com Mariana Ximenes, que viverá uma vilã na nova trama.

Danni Carlos protagoniza beijo lésbico nos cinemas


Após uma longa estadia dentro de "A Fazenda", da Rede Record, Dani já vem colhendo alguns frutos da exposição adquirida no reality. E está mandando ver em seus projetos profissionais para o futuro.
A mais nova empreitada vem com tudo. Trata-se de um filme, "Quanto Dura o Amor" de Roberto Moreira, onde a moça interpretou Justine, uma cantora da noite que vive um triângulo amoroso com o namorado (interpretado pelo ator Paulo Vilhena), e a personagem de Sílvia Lourenço, uma atriz que muda-se para a capital paulistana em busca de novas oportunidades.
Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência, pelo menos foi isso que Danni esclareceu durante entrevista para o jornal carioca "O Dia".
No longa, Danni protagoniza algumas das cenas mais quentes que envolvem beijo e até sexo homossexual. "A cena que fiz foi com pouca gente no estúdio, foi tranquilo para mim. Usei tapa-sexo. Não era eu. A personagem sempre defende o ator", esclarece.
A sequência pode até ter sido tranquila na hora das filmagens, mas o resultado pode ser assustador para a aprendiz atriz que, por conta do conteúdo, não sabe se estará a vontade para comparecer na pré estréia.
Até lá, "Quanto Dura o Amor" está programado para entrar em cartaz no dia 9 de outubro, Danni já tem outros projetos programados na cabeça. Um deles, inclui um novo álbum contendo algumas das 12 músicas que compôs enquanto estava confinada na fazenda. Enquanto não entra em estúdio para gravar, a cantora segue com suas apresentações, que já passaram por São Paulo e Goiânia logo que saiu do reality.
"O mais legal é que agora tenho um público de senhorinhas de 65 anos que vão aos shows e levam santinhos para mim", revelou.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Câmara de Manaus sedia debate sobre homofobia


Nesta terça, 16, a Câmara Municipal de Manaus abrigou um debate sobre prevenção e combate à homofobia. Participaram vereadores e representantes do movimento LGBT manauara, que aproveitaram para convidar a sociedade a participar da 9ª Parada do Orgulho Gay, marcada para este domingo, 20.

Weydman Lopes Henrique, presidente do Fórum Amazonense de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros, lembrou os 37 direitos negados aos homossexuais brasileiros.

Já para o vereador José Ricardo (foto), é importante que se reflita sobre o tema. "Para vencer o preconceito, é preciso muita luta", disse.

Nicole Kidman vive transexual em "Danish Girl"


Nicole Kidman, de "A Bussola de Ouro", vai dar vida a uma personagem

transexual na cinebiografia "The Danish Girl". A atriz assinou para fazer o papel de Einar Wegener, que durante a história sofre uma metamorfose, se opera e passa a se chamar

Lili Elbe.

Na adaptação do romance de David Ebershoff, Einar (Kidman) se veste de mulher para posar aos quadros da esposa (Charlize Theron). A estreia do longa está prevista para o início de 2010.

Travesti Cris Stephanny debateu com alunos em Aquidauana


O professor Luiz Eugênio de Arruda da disciplina de História, Sociologia e Filosofia do 1º ano do Ensino Médio “B” da Escola Estadual Geraldo Afonso Garcia Ferreira , juntamente com seus alunos, está desenvolvendo o projeto “Questão de Gênero”. Trinta e dois alunos participam do projeto.

Nesta terça-feira (16), a presidente da Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul – Cris Stephanny veio contar sua história e as experiências vividas durante sua trajetória até os dias de hoje.

Cris foi candidata a vereadora em Campo Grande nas últimas eleições e com 1.500 (mil e quinhentos) votos ficou como 4ª suplente de seu partido e falou durante o bate-papo com os alunos em Aquidauana sobre o momento em que descobriu sua sexualidade, sobre as discriminações sofridas e sobre as conquistas alcançadas.

Durante os questionamentos feitos pelos alunos e pelos convidados, Cris falou que os gays, lésbicas, travestis e transexuais ainda vivem de forma discriminada, desumana e sem atenção do Estado, sendo vítimas de criminalidades devido a falta de políticas públicas para eles.

Cris destacou o fato de cerca de 90% dos travestis não conseguirem terminar os seus estudos, por conta das discriminações sofridas no ambiente escolar, ressaltando ainda que alguns passos já foram dados em relação a este fato em alguns Estados do país, citando o exemplo o Pará, que colocou na lista de chamadas o nome social dos travestis e transexuais, o que fez com que em um mês, 120 travestis se matriculassem.

A presidente da Associação de Travestis e Transexuais de MS deixou uma mensagem aos alunos, frisando que na sua opinião não importa o fato do ser humano ser mulher, homem, travesti, transexual, gay ou lésbica, pois na hora de pagar seus impostos, o Governo não questiona nada disso. Daí, a necessidade de terem seus direitos reconhecidos.

Participaram também do debate, Lauane Oliveira, presidente da Associação de Travestis e Transexuais de Aquidauana, professora Silvana Lopes – chefe de gabinete da Gerência Municipal de Educação de Aquidauana (representando a GEMED), pastora Kátia Ribeiro, Dalva Ferreira Velasques – diretora da Escola Geraldo Garcia e a turismóloga da Fundação de Turismo de Aquidauana – Greice Feliciano.

Importante frisar que durante as entrevistas, que estão acontecendo todas as terças feiras, neste mês de setembro, a partir das 14 horas, pessoas de diversos segmentos da sociedade – concordando ou não com os enfoques – tem sido convidadas para atuarem nos debates. Fonte: ACS/AQUIDAUANA

câmera escondida na lan house

PEGAÇÃO NO BANHEIRO PÚBLICO

E ELES NEM SABIAM QUE ESTAVAM SENDO FILMADOS...

Exame excitante